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Auxílio-Doença por Ansiedade Cresce 76% e Bate Recorde no INSS: Como funciona o Auxílio-Doença por Ansiedade?

O número de pedidos de Auxílio-Doença por ansiedade bateu recorde no INSS, com um aumento alarmante de 76%.

Esse crescimento reflete o impacto da saúde mental no ambiente de trabalho e a dificuldade de muitas pessoas em continuar suas atividades devido à doença.

Mas afinal, quem tem direito ao auxílio-doença por ansiedade? Como solicitar? Quais documentos são necessários?

As respostas para todas essas dúvidas você vai encontrar neste post que preparei.

Se você sofre com ansiedade severa e precisa de afastamento, continue acompanhando até o final e confira:

  1. Auxílio-Doença por Ansiedade cresce 76% e bate recorde no INSS.

  2. O que é o Auxílio-Doença por Ansiedade?

  3. Quando a Ansiedade dá direito ao Auxílio-Doença?

  4. Quais são os requisitos necessários para solicitar o Auxílio-Doença por Ansiedade?

  5. Exemplo do João.

  6. Quais documentos são necessários para dar entrada no Auxílio-Doença por Ansiedade?

  7. Qual o valor do Auxílio-Doença por Ansiedade?

  8. Importância de contar com o auxílio de um advogado previdenciário.

Vamos nessa, entender o Aumento dos Pedidos e a Importância de um advogado?


  1. Auxílio-Doença por Ansiedade cresce 76% e bate recorde no INSS. 

O número de pedidos de auxílio-doença por ansiedade atingiu um nível alarmante no Brasil.

De acordo com dados do INSS, houve um aumento de 76% na concessão desse benefício, batendo recordes históricos.

O que explica esse crescimento?

As razões para esse aumento incluem:

  • Impacto da pandemia: Isolamento social, perdas financeiras e medo da doença

  • Burnout e sobrecarga de trabalho: Funcionários enfrentam pressão excessiva

  • Dificuldade de acesso a tratamentos psiquiátricos e psicológicos

Isso levou muitas pessoas a buscar ajuda médica e, consequentemente, recorrer ao auxílio-doença.

Quando falamos sobre o auxílio-doença por ansiedade, nos referimos a casos onde o quadro psicológico do indivíduo, caracterizado por transtornos de ansiedade graves, compromete sua capacidade de trabalhar.

Esse fenômeno não pode ser ignorado, pois reflete um aumento significativo na quantidade de pessoas que estão buscando o benefício devido a condições psicológicas debilitantes, como a ansiedade.

Mas o que exatamente é o auxílio-doença por ansiedade?

Vem comigo!


  1. O que é o Auxílio-Doença por Ansiedade?

O Auxílio-Doença, hoje chamado de Benefício por Incapacidade Temporária, é um benefício concedido pelo INSS para quem está temporariamente incapacitado para o trabalho.

Ele pode ser classificado em:

  • Auxílio-doença comum: Quando a doença não tem relação direta com o trabalho, como por exemplo, ansiedade severa, depressão

  • Auxílio-doença acidentário: Quando o problema de saúde foi causado ou agravado pelo trabalho. Um exemplo comum é a Síndrome de Burnout causada pelo ambiente profissional

No caso da ansiedade, o benefício geralmente é concedido na modalidade comum, salvo quando a condição é causada pelo ambiente de trabalho.

Os transtornos de ansiedade que podem levar à concessão do benefício incluem:

  • Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

  • Síndrome do Pânico

  • Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)

  • Fobias incapacitantes

 

 

  1. Quando a ansiedade dá direito ao Auxílio-Doença?

Como vimos há pouco, o Auxílio-Doença por Ansiedade é um benefício concedido ao trabalhador que, devido a uma ansiedade severa, não consegue desempenhar suas funções temporariamente.

No entanto, não basta ter um diagnóstico de ansiedade.

É necessário que a doença:

  • Seja grave o suficiente para impedir o trabalho

  • Exija afastamento superior a 15 dias

  • Esteja devidamente comprovada por laudos médicos e exames

Se esses critérios forem atendidos, o segurado pode solicitar o auxílio-doença no INSS.

Por falar em requisitos....


  1. Quais são os requisitos para solicitar o Auxílio-Doença por Ansiedade?

Para conseguir o auxílio-doença por ansiedade, o segurado deve atender a quatro exigências principais do INSS:

1. Estar contribuindo para o INSS

O auxílio-doença é um benefício para segurados do INSS.

Isso significa que só pode solicitar quem está vinculado à Previdência Social.

Quem pode ter direito:

  • Trabalhadores com carteira assinada: CLT

  • Contribuintes individuais: Autônomos e MEIs

  • Contribuintes facultativos: Quem paga o INSS por conta própria)

  • Empregados domésticos

  • Segurados especiais: Trabalhadores rurais e pescadores artesanais

Se você parou de contribuir, ainda pode ter direito ao benefício dentro do período de graça, que varia de 12 a 36 meses, dependendo do caso.

2. Ter cumprido a carência de 12 meses

A carência é o número mínimo de contribuições exigidas para solicitar o auxílio-doença.

Para a maioria dos segurados, é necessário ter pago pelo menos 12 meses de INSS antes de pedir o benefício.

Exceção a carência

Algumas doenças graves não exigem carência de 12 meses, mas a ansiedade não está na lista.

Portanto, se você tem ansiedade e quer pedir o auxílio-doença, deve comprovar que fez pelo menos 12 contribuições ao INSS antes do afastamento.

3. Comprovar a incapacidade temporária

Ter ansiedade não basta para conseguir o auxílio-doença.

O INSS exige comprovação médica de que a doença está impedindo o segurado de trabalhar.

4. Passar pela Perícia Médica do INSS

A perícia médica é um dos momentos mais importantes do processo.

O segurado deve comparecer à avaliação no dia e hora marcados para que o médico perito do INSS analise o caso.

O que acontece na Perícia?

  • O perito faz perguntas sobre os sintomas e limitações no trabalho

  • Analisa os documentos médicos apresentados

  • Decide se a incapacidade temporária está comprovada ou não

Se o perito considerar que a ansiedade realmente impede o trabalho, o auxílio-doença será concedido.

Quer um exemplo? Então é para já!


  1. Exemplo do João. 

João tem 35 anos e trabalha como analista financeiro há 10 anos.

Nos últimos meses, começou a sentir crises de ansiedade frequentes, insônia, falta de concentração e pânico ao sair de casa.

Ele procurou um psiquiatra e foi diagnosticado com Transtorno de Ansiedade Generalizada.

Mesmo com o tratamento, não conseguiu melhorar a ponto de voltar ao trabalho.

Nesse caso, João pode ter direito ao Auxílio-Doença por Ansiedade.

Isso por que ele cumpre todos os requisitos exigidos pela lei:

  • Tinha qualidade de segurado: Contribuía para o INSS regularmente

  • Cumpriu a carência de 12 meses de contribuições

  • Comprovou a incapacidade temporária por meio de laudos médicos

Se a ansiedade está impedindo você de trabalhar, o auxílio-doença pode ser um direito. Porém, o INSS exige provas concretas da incapacidade.

Por isso, ter um advogado previdenciário ao seu lado pode fazer toda a diferença.

 

  1. Quais documentos são necessários para dar entrada no Auxílio-Doença por Ansiedade?

Os documentos são a carta na manga na hora de dar entrada no Auxílio- Doença por Ansiedade.

Embora cada caso deva ser analisado individualmente, confira a documentação que não pode faltar:

Documentos pessoais

  • Documento de identidade: RG ou CNH

  • CPF

  • Carteira de trabalho

  • Carnês de contribuição ao INSS ou extrato CNIS

Documentos médicos

  • Laudo psiquiátrico detalhado: Com CID da doença

  • Atestados médicos recentes indicando a necessidade de afastamento

  • Relatórios de psicólogos e psiquiatras

  • Receitas médicas dos remédios prescritos

  • Exames complementares: Como ressonância ou testes neurológicos, se houver

Documentos do empregador

  • Declaração do empregador sobre o afastamento

  • Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT): Caso a ansiedade seja relacionada ao trabalho.

Ter todos esses documentos organizados é fundamental para o sucesso do pedido.

Por isso, o mais recomendado é contar com o auxílio de um advogado previdenciário, para analisar o seu caso de forma assertiva e juntar todas as provas necessárias para garantir os seus direitos.


  1. Qual o valor do Auxílio-Doença por Ansiedade?

O cálculo do auxílio-doença segue as regras da Reforma da Previdência (EC 103/2019).

Veja como fazer o cálculo do Auxílio-Doença por Ansiedade passo a passo:

Média dos salários

O primeiro passo é calcular a média de 100% dos salários de contribuição do segurado desde julho de 1994 ou desde quando começou a contribuir.

Aplicação do percentual de 91%

Após obter a média salarial, o INSS aplica 91% sobre esse valor. Esse é o percentual padrão para o auxílio-doença.

Respeito ao Teto do INSS

O valor final não pode ultrapassar o teto do INSS, que em 2025 é de R$8.157,41.

O valor varia conforme o histórico de contribuição do segurado. Veja alguns exemplos:

Média Salarial

Valor do Auxílio-Doença (91%)

R$2.000,00

R$1.820,00

R$3.500,00

R$3.185,00

R$5.000,00

R$4.550,00

O segurado nunca recebe 100% do salário

O valor máximo sempre será 91% da média dos salários de contribuição.

Exemplo prático de cálculo

Imagine que um trabalhador contribuiu com os seguintes salários nos últimos meses:

  • R$ 2.200,00

  • R$ 2.500,00

  • R$ 2.400,00

  • R$ 2.600,00

A média salarial será:

  • (2.200,00 + 2.500,00 + 2.400,00 + 2.600,00) ÷ 4 = R$ 2.425,00

Agora, aplicamos 91%:

  • R$ 2.425,00 × 91% = R$ 2.207,75

Esse será o valor aproximado do auxílio-doença concedido pelo INSS.

Por que contar com um advogado previdenciário?

Muitos segurados têm o valor do benefício calculado de forma errada pelo INSS.

Um advogado previdenciário pode:

  • Verificar se o valor está correto

  • Recorrer em caso de erro no cálculo

  • Ajudar no processo judicial, se necessário

 

  1. Importância de contar com o auxílio de um advogado previdenciário.

Muitos segurados tentam dar entrada no benefício sem assistência jurídica e acabam cometendo erros, como:

  • Falta de laudos médicos detalhados: O INSS pode negar o pedido por ausência de informações técnicas

  • Erro no preenchimento do requerimento: Pequenos erros podem resultar na negativa

  • Não apresentar exames complementares: Apenas atestados médicos podem não ser suficientes

  • Dificuldade em recorrer: Muitos segurados não sabem como contestar uma negativa do INSS

Vai por mim: Muitos pedidos são negados por pequenos erros burocráticos que poderiam ser evitados com um especialista.

Com um advogado previdenciário, esses problemas podem ser evitados e o processo se torna mais seguro.

Como um advogado poderá ajudar

  • Organizar os documentos necessários para comprovar a incapacidade

  • Orientar sobre o que falar na perícia médica para evitar respostas que prejudiquem o pedido

  • Recorrer da decisão caso o benefício seja negado

  • Garantir que o cálculo do benefício esteja correto

O auxílio-doença por ansiedade é um direito do segurado incapacitado para o trabalho. No entanto, o INSS tem negado muitos pedidos por erros no processo ou falta de documentação adequada.

Ter um advogado previdenciário ao lado pode evitar esses problemas e garantir que o segurado receba o benefício corretamente.

 

 

Conclusão

O Auxílio-Doença por Ansiedade tem sido cada vez mais solicitado no INSS, refletindo o aumento dos casos de transtornos psicológicos.

O crescimento dos pedidos demonstra que mais trabalhadores estão sendo afetados pela sobrecarga emocional, pelo estresse e pelas condições adversas no ambiente profissional.

Apesar disso, conseguir o benefício não é simples.

O INSS tem critérios rigorosos e exige provas concretas da incapacidade.

Felizmente, você está mais preparado para ir em busca de seus direitos.

Afinal, só aqui eu mostrei:

  • Auxílio-Doença por Ansiedade cresce 76% e bate recorde no INSS

  • O que é o Auxílio-Doença por Ansiedade

  • Quando a Ansiedade dá direito ao Auxílio-Doença

  • Quais são os requisitos necessários para solicitar o Auxílio-Doença por Ansiedade

  • Exemplo do João

  • Quais documentos são necessários para dar entrada no Auxílio-Doença por Ansiedade

  • Qual o valor do Auxílio-Doença por Ansiedade

  • Importância de contar com o auxílio de um advogado previdenciário

Bom, fico por aqui e espero ter ajudado.

Ah, e se você ainda ficou com alguma dúvida é só deixar lá nos comentários, combinado?!

Lembre-se: Um advogado previdenciário pode garantir que seus direitos sejam respeitados e que você receba o auxílio-doença sem complicações.

Leia também:

Auxílio-Doença: Quais são os documentos necessários para a concessão do benefício?

6 Medidas do INSS para tentar zerar a fila dos pedidos em análise em 2025. 

INSS corta 9 em cada 10 Auxílios-Doença: Como se preparar para a Perícia? 

Continue nos acompanhando e até a próxima.

 


Perfil de anúncio nas redes sociais desativado sem motivo: O que fazer?

O seu perfil de anúncios na rede social  foi desativado sem motivo?

Você não está sozinho.  

Muitos empreendedores, gestores de tráfego e empresas enfrentam esse problema diariamente.

E para piorar, a plataforma raramente explica os motivos da desativação.

Na maioria das vezes, a decisão é automática, baseada em algoritmos. O suporte é limitado e, muitas vezes, as tentativas de reativação são ignoradas ou recusadas sem justificativa clara.

O que fazer nessa situação?

Neste artigo, eu vou explicar o que você pode fazer para tentar recuperar seu perfil e quais são seus direitos, incluindo reparação de danos.

Continue me acompanhando até o final e confira:

  1. A Rede Social  pode desativar um perfil de anúncios?

  2. Quando a Rede Social pode desativar um perfil de anúncios?

  3. Perfil anúncios desativados sem motivo: O que fazer?

  4. 4 Direitos que a Rede Social pode violar ao desativar um perfil de anúncio sem motivo.

  5. Quais documentos serão necessários?

  6. Como funciona a Ação Judicial contra a Rede Social?

  7. Quanto tempo pode levar para recuperar um perfil?

  8. Todos os direitos ao vencer a Ação na Justiça contra as Redes Sociais.

Se seu perfil foi desativado sem motivo, continue lendo para entender como resolver essa situação.


  1. A Rede Social pode desativar um perfil de anúncios?

Se seu perfil de anúncios foi desativado sem motivo, é natural sentir desespero.

Afinal, a plataforma é uma das principais fontes de tráfego pago para negócios online.

Quando seu perfil é bloqueado, sua operação pode parar.

Mas, o que pouca gente sabe é que as redes sociais podem desativar um perfil de anúncios.

As plataformas têm regras rígidas para anunciantes.

Se detectar alguma violação, pode desativar seu perfil.

Vamos entender isso melhor?


  1. Quando a Rede Social pode desativar um perfil de anúncios?

A Rede Social pode desativar um perfil de anúncios quando:

Violação das Políticas de Publicidade

As Redes Sociais possuem diretrizes para anúncios.

Se um anúncio infringe essas regras, o perfil pode ser desativado.

Isso inclui:

  • Conteúdos proibidos: Como produtos ilícitos ou

  • Discursos ofensivos

Atividade Suspeita

Se o sistema identificar comportamentos incomuns, pode desativar o seu perfil automaticamente.

Isso acontece quando há um alto volume de anúncios rejeitados ou acessos de locais incomuns.

Problemas com Pagamentos

Se houver falha no pagamento dos anúncios, a plataforma pode bloquear o perfil. 

Isso inclui:

  • Cartões recusados

  • Pagamentos atrasados ou

  • Suspeita de fraude

Uso de Contas Múltiplas ou Proxies

O uso de vários perfis de anúncios no mesmo dispositivo pode levantar suspeitas.

O Facebook pode interpretar isso como tentativa de burlar suas regras.

Denúncias de Usuários

Se os usuários denunciarem seus anúncios como enganosos ou ofensivos, a plataforma pode revisar seu perfil e até desativá-lo.

Erro da Plataforma

Em muitos casos, a desativação ocorre sem motivo aparente.

O algoritmo pode cometer erros e bloquear contas legítimas.

Isso é mais comum do que parece.

E justamente aí que está o “X” da questão.

Nem sempre essa decisão é justa.

As Redes Sociais raramente explica os motivos da desativação.

Na maioria das vezes, a decisão é automática, baseada em algoritmos.

O suporte é limitado e, muitas vezes, as tentativas de reativação são ignoradas ou recusadas sem justificativa clara.

Continue me acompanhando no próximo tópico para entender melhor.


  1. Perfil de anúncio desativado sem motivo: O que fazer?

Se seu perfil de anúncio foi desativado sem motivo, você pode estar passando por um momento de grande preocupação.

A interrupção dos anúncios impacta diretamente o seu faturamento.

O pior de tudo? A plataforma raramente dá uma explicação clara.

A reativação da conta pode ser um processo difícil.

O suporte da plataforma é automatizado e, na maioria das vezes, as respostas são genéricas.

Mas há caminhos para resolver esse problema.

Antes de tudo, o mais recomendado é buscar o auxílio de um advogado.

O erro mais comum é tentar resolver a situação sozinho.

Muitos enviam recursos diretamente às Redes Sociais, mas sem uma estratégia jurídica eficaz.

O resultado? Contestações negadas e perda de tempo.

Por que é tão importante contar com um advogado neste processo?

Um advogado especializado pode:

  • Analisar o seu caso e identificar se houve erro por parte da plataforma

  • Fazer um requerimento formal à plataforma com embasamento jurídico

  • Acionar a Justiça, se necessário para garantir a reativação do perfil e possíveis indenizações

A plataforma deve seguir regras ao desativar perfis de anúncios.

Quando o bloqueio ocorre sem justificativa clara, há violação dos direitos do anunciante.

Se seu perfil foi desativado de forma arbitrária, você pode exigir a reativação e até compensação por danos financeiros.

 

  1. 4 Direitos que a Rede Social pode violar ao desativar um perfil de anúncios sem motivo. 

Se seu perfil de anúncio na Rede Social foi desativado sem motivo, você pode estar sendo vítima de uma violação de direitos.

No Brasil, as relações de consumo são protegidas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), que estabelece limites para práticas abusivas.

O bloqueio injustificado de contas pode desrespeitar diversos direitos fundamentais:

1. Violação do direito à transparência

O artigo 6º do CDC garante ao consumidor o direito à informação clara e precisa.

A plataforma, ao desativar perfis de anúncio sem apresentar um motivo detalhado, fere esse princípio.

Saiba que:

  • A plataforma deve informar por que desativou o perfil

  • O usuário tem direito a uma explicação objetiva e fundamentada

  • Respostas automáticas e genéricas não atendem ao direito à transparência

Se seu perfil foi bloqueado sem justificativa clara, a Rede Social pode estar violando seu direito à transparência.

Próximo direito.

2. Direito ao contraditório e a defesa

O artigo 6º, inciso V, do CDC prevê que o consumidor deve ter meios eficazes para contestar decisões que o prejudiquem.

A plataforma, ao bloquear perfis de forma automática e sem um canal de defesa eficiente, desrespeita esse direito.

Isso porque:

  • O sistema de suporte da Rede Social é falho e não permite contestação justa

  • Muitos recursos são ignorados ou respondidos por robôs sem análise real

  • O usuário deveria ter a chance de se defender antes da desativação definitiva

Portanto, se seu perfil foi bloqueado sem oportunidade de defesa, seus direitos podem estar sendo desrespeitados.

3. Direito a revisão individualizada

O artigo 6º do CDC garante o direito à informação clara e ao atendimento adequado.

A Rede Social, ao desativar um perfil sem uma revisão personalizada, fere esse princípio.

Saiba que:

  • A decisão não pode ser totalmente automatizada

  • O usuário tem direito a uma análise humana do seu caso

  • O suporte da Rede Social, por ser falho, pode caracterizar prática abusiva

Fique atento! Se seu perfil foi desativado e sua contestação recebeu apenas respostas automáticas, seus direitos podem estar sendo violados.

4. Direito à reparação por danos

Se seu perfil foi bloqueado injustamente, e isso causou prejuízos financeiros, a Rede Social pode ser responsabilizada.

O artigo 14 do CDC estabelece que o fornecedor do serviço responde pelos danos causados ao consumidor.

São eles:

  • Se sua empresa perdeu dinheiro por conta do bloqueio, você pode exigir indenização

  • Campanhas prejudicadas e perda de clientes podem ser considerados danos materiais

  • O bloqueio injustificado pode gerar danos morais devido ao impacto na sua atividade profissional

Viu só quantos direitos? Mas, para tanto, é crucial contar com o auxílio de um bom advogado para entrar com uma Ação na Justiça.

O juiz pode determinar que a plataforma reative a conta de forma imediata e pague indenizações caso fique comprovado que a desativação foi indevida.

 

  1. Quais documentos serão necessários?

Para entrar com a ação, será preciso reunir provas do bloqueio e dos danos sofridos.

Os documentos essenciais incluem:

  • Prints e e-mails da Rede Social: Informando a desativação do perfil

  • Comprovantes de investimentos em anúncios feitos antes do bloqueio

  • Comprovação do impacto financeiro: Como queda de faturamento ou cancelamento de contratos

  • Histórico de tentativas de contato com o suporte da Rede Social

  • Cópia dos Termos de Serviço aceitos ao criar a conta: Para demonstrar possíveis violações contratuais

✅Esses são os documentos que não podem faltar.

Mas fique tranquilo. 

O seu advogado de confiança irá analisar o seu caso de forma assertiva para reunir todas as provas para solicitar a reativação da conta na Justiça e pedir a indenização para reparação de todos os danos sofridos.


  1. Como funciona a Ação Judicial contra a Rede Social?

O processo pode ser ajuizado no Juizado Especial Cível ou na Justiça Comum, dependendo do valor da indenização.

As etapas são:

  • Notificação Extrajudicial: Antes da ação, o advogado pode enviar uma notificação formal à Rede Social, exigindo a reativação da conta. Isso pode acelerar a resolução do problema sem precisar ir ao tribunal

  • Ajuizamento da Ação: Se a Rede Social não resolver, o advogado entra com a ação na Justiça

  • Citação da Rede Social: A empresa será notificada e terá um prazo para apresentar defesa

  • Audiência de Conciliação: Em alguns casos, pode haver uma tentativa de acordo entre as partes

  • Decisão Judicial: Se não houver acordo, o juiz analisará as provas e dará uma sentença determinando a reativação do perfil e possíveis indenizações

 

  1. Quanto tempo pode levar para recuperar o perfil?

O tempo do processo pode variar. Alguns fatores influenciam, tais como:

  • Se a plataforma responde rapidamente à notificação extrajudicial: O perfil pode ser reativada em poucos dias;

  • Se a ação vai para o Juizado Especial: Pode levar entre 3 e 6 meses para uma decisão

  • Se for necessário um processo mais complexo: O tempo pode ser maior, chegando a 12 meses ou mais

Se houver decisão favorável e a Rede Social não cumprir, o juiz pode aplicar multa diária até a conta ser reativada.

Dica de advogado especialista: Vale a pena entrar com uma Ação na Justiça

Principalmente se você depende da conta para seu trabalho.

A plataforma não pode bloquear perfis de forma arbitrária e deixar anunciantes sem solução.

 

  1. Todos os direitos ao vencer a Ação na Justiça contra as Redes Sociais. 

A seguir, eu vou explicar todos os seus direitos ao vencer a ação contra o Facebook.

1. Direito à Reativação do Perfil

Ao ganhar a ação, o juiz pode determinar que a plataforma restaure seu perfil imediatamente

Caso a empresa não cumpra a decisão, multas diárias podem ser aplicadas até que o perfil seja reativado.

A Rede Social não pode desativar seu perfil arbitrariamente sem dar direito à defesa. 

Se isso acontecer, a Justiça pode obrigá-lo a corrigir o erro.

2. Direito à Indenização por Danos Materiais

Se a desativação do perfil causou prejuízos financeiros, a Rede Social pode ser condenada a pagar indenização por danos materiais

Isso inclui:

  • Valores gastos em anúncios bloqueados antes da desativação

  • Perda de receita por interrupção de campanhas e queda nas vendas

  • Contratos cancelados devido à falta de anúncios

O juiz pode calcular o valor com base nas suas provas, como relatórios de faturamento, histórico de anúncios e impactos financeiros.

3. Direito à Indenização por Danos Morais

Além do prejuízo financeiro, o bloqueio injusto pode gerar danos morais.

Se você depende dos anúncios para trabalhar, a desativação pode ter causado:

  • Estresse emocional e desgaste psicológico.

  • Prejuízo à reputação profissional.

  • Comprometimento do seu negócio e clientes.

A Justiça pode determinar um valor indenizatório pelos danos sofridos, variando conforme o impacto do bloqueio na sua vida profissional.

Nada mais justo, não é mesmo?

 

Conclusão

Com todas essas informações, agora você já sabe que se seu perfil de anúncio foi desativado sem motivo, você tem direitos e pode buscá-los na Justiça.

As Redes Sociais não podem agir de forma arbitrária, prejudicando profissionais e empresas que dependem da plataforma para trabalhar.

Felizmente, você está mais preparado para enfrentar essa situação.

Afinal, só aqui eu mostrei:

A Rede Social  pode desativar um perfil de anúncios

Quando a Rede Social pode desativar um perfil de anúncios

Perfil anúncios desativados sem motivo: O que fazer

4 Direitos que a Rede Social pode violar ao desativar um perfil de anúncio sem motivo

Quais documentos serão necessários

Como funciona a Ação Judicial contra a Rede Social

Quanto tempo pode levar para recuperar um perfil

Todos os direitos ao vencer a Ação na Justiça contra as Redes Sociais



Lembre-se: O primeiro passo é buscar um advogado para analisar seu caso, contestar a decisão das Redes Sociais e entrar com uma ação na Justiça para recuperar seu perfil  e exigir reparação pelos prejuízos.

Bom, fico por aqui e espero ter ajudado.

Ah, e se você ainda ficou com alguma dúvida é só deixar lá nos comentários, combinado?!

Leia também:

 Fui hackeado no Instagram: O que fazer para recuperar a conta?

Sua rede social foi hackeada ou bloqueada sem motivo? Você pode recuperar a sua conta e ainda ter direito a indenização.  

O que fazer quando o INSS demora a responder seu pedido de benefício?

Continue nos acompanhando e até a próxima.

 


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1.5. Coleta de dados não previstos expressamente
Eventualmente, outros tipos de dados não previstos expressamente nesta Política de Privacidade poderão ser coletados, desde que sejam fornecidos com o consentimento do usuário, ou, ainda, que a coleta seja permitida com fundamento em outra base legal prevista em lei.
Em qualquer caso, a coleta de dados e as atividades de tratamento dela decorrentes serão informadas aos usuários do site.

2. Compartilhamento de dados pessoais com terceiros Nós não compartilhamos seus dados pessoais com terceiros. Apesar disso, é possível que o façamos para cumprir alguma determinação legal ou regulatória, ou, ainda, para cumprir alguma ordem expedida por autoridade pública.

3. Por quanto tempo seus dados pessoais serão armazenados
Os dados pessoais coletados pelo site são armazenados e utilizados por período de tempo que corresponda ao necessário para atingir as finalidades elencadas neste documento e que considere os direitos de seus titulares, os direitos do controlador do site e as disposições legais ou regulatórias aplicáveis.
Uma vez expirados os períodos de armazenamento dos dados pessoais, eles são removidos de nossas bases de dados ou anonimizados, salvo nos casos em que houver a possibilidade ou a necessidade de armazenamento em virtude de disposição legal ou regulatória.

4. Bases legais para o tratamento de dados pessoais
Uma base legal para o tratamento de dados pessoais nada mais é que um fundamento jurídico, previsto em lei, que justifica o justifica. Assim, cada operação de tratamento de dados pessoais precisa ter uma base legal a ela correspondente.

Nós tratamos os dados pessoais de nossos usuários nas seguintes hipóteses:
- mediante o consentimento do titular dos dados pessoais
- para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador

4.1. Consentimento
Determinadas operações de tratamento de dados pessoais realizadas em nosso site dependerão da prévia concordância do usuário, que deverá manifestá-la de forma livre, informada e inequívoca.
O usuário poderá revogar seu consentimento a qualquer momento, sendo que, não havendo hipótese legal que permita ou que demande o armazenamento dos dados, os dados fornecidos mediante consentimento serão excluídos.
Além disso, se desejar, o usuário poderá não concordar com alguma operação de tratamento de dados pessoais baseada no consentimento. Nestes casos, porém, é possível que não possa utilizar alguma funcionalidade do site que dependa daquela operação. As consequências da falta de consentimento para uma atividade específica são informadas previamente ao tratamento.

4.2. Cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador
Algumas operações de tratamento de dados pessoais, sobretudo o armazenamento de dados, serão realizadas para que possamos cumprir obrigações previstas em lei ou em outras disposições normativas aplicáveis às nossas atividades.

5. Direitos do usuário
O usuário do site possui os seguintes direitos, conferidos pela Lei de Proteção de Dados Pessoais:
- confirmação da existência de tratamento;
- acesso aos dados;
- correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
- anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com o disposto na lei;
- portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição expressa, de acordo com a regulamentação da autoridade nacional, observados os segredos comercial e industrial;
- eliminação dos dados pessoais tratados com o consentimento do titular, exceto nos casos previstos em lei;
- informação das entidades públicas e privadas com as quais o controlador realizou uso compartilhado de dados;
- informação sobre a possibilidade de não fornecer consentimento e sobre as consequências da negativa;
- revogação do consentimento.
É importante destacar que, nos termos da LGPD, não existe um direito de eliminação de dados tratados com fundamento em bases legais distintas do consentimento, a menos que os dados seja desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com o previsto na lei.

5.1. Como o titular pode exercer seus direitos
Para garantir que o usuário que pretende exercer seus direitos é, de fato, o titular dos dados pessoais objeto da requisição, poderemos solicitar documentos ou outras informações que possam auxiliar em sua correta identificaçãoo, a fim de resguardar nossos direitos e os direitos de terceiros. Isto somente será feito, porém, se for absolutamente necessário, e o requerente receberá todas as informações relacionadas.

6. Medidas de segurança no tratamento de dados pessoais
Empregamos medidas técnicas e organizativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações de destruição, perda, extravio ou alteração desses dados.
As medidas que utilizamos levam em consideração a natureza dos dados, o contexto e a finalidade do tratamento, os riscos que uma eventual violação geraria para os direitos e liberdades do usuário, e os padrões atualmente empregados no mercado por empresas semelhantes à nossa.
Entre as medidas de segurança adotadas por nós, destacamos as seguintes:
Armazenamento em servidores e computadores criptografados
Ainda que adote tudo o que está ao seu alcance para evitar incidentes de segurança, é possível que ocorra algum problema motivado exclusivamente por um terceiro - como em caso de ataques de hackers ou crackers ou, ainda, em caso de culpa exclusiva do usuário, que ocorre, por exemplo, quando ele mesmo transfere seus dados a terceiro. Assim, embora sejamos, em geral, responsáveis pelos dados pessoais que tratamos, nos eximimos de responsabilidade caso ocorra uma situação excepcional como essas, sobre as quais não temos nenhum tipo de controle.
De qualquer forma, caso ocorra qualquer tipo de incidente de segurança que possa gerar risco ou dano relevante para qualquer de nossos usuários, comunicaremos os afetados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados acerca do ocorrido, em conformidade com o disposto na Lei Geral de Proteção de Dados.

7. Reclamação a uma autoridade de controle
Sem prejuízo de qualquer outra via de recurso administrativo ou judicial, os titulares de dados pessoais que se sentirem, de qualquer forma, lesados, podem apresentar reclamação à Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

8. Alterações nesta política
A presente versão desta Política de Privacidade foi atualizada pela última vez em: 04/06/2025.
Nos reservamos o direito de modificar, a qualquer momento, as presentes normas, especialmente para adaptá-las às eventuais alterações feitas em nosso site, seja pela disponibilização de novas funcionalidades, seja pela supressão ou modificação daquelas já existentes.
Sempre que houver uma modifição, nossos usuários serão notificados acerca da mudança.

9. Como entrar em contato conosco
Para esclarecer quaisquer dúvidas sobre esta Política de Privacidade ou sobre os dados pessoais que tratamos, entre em contato com nosso Encarregado de Proteção de Dados Pessoais, por algum dos canais mencionados abaixo:
E-mail: lgpd@vandreinappo.adv.br
Telefone: (15) 3228-5272
Endereço postal: AV ENG CARLOS REINALDO MENDES, 3200 SL 902 e 904 ALEM PONTE / SOROCABA SP